Cinco mitos que impedem o investimento em marketing digital (e precisam ser derrubados)

Internet no celular é para ricos? Apenas jovens usam smartphones? Acessar à internet em dispositivos móveis serve apenas para diversão e entretenimento? Essas questões, para muitos, possuem resposta positiva.

Porém, dados do Google (muitos deles apresentados em junho de 2015 no Mobile Day) e de outros institutos mostram que há várias confusões em torno das nossas percepções sobre a relação da internet e o acesso mobile, principalmente nas questões relacionadas a negócios e marcas. Listamos seis mitos sobre o mercado digital que fazem alguns empresários deixarem de investir na internet e, assim, cometerem um grande equívoco. As informações reforçam que permanecer distante do mercado digital significa perder grandes oportunidades. Confira!

Todos os dados citados abaixo são do Google, exceto quando especificado.

1. Mobile é para os ricos e para os jovens

Praticamente a metade dos internautas possui smartphones e, nos últimos dois anos,  o uso da internet via 3G cresceu 123%. E 62%, ou seja, a maioria dos usuários de smartphones tem mais de 25 anos. Mais de 48 milhões de usuários de smartphones são de classe C, que, inclusive, movimenta 495 bilhões de reais em renda própria por ano. Além disso, 72 milhões de pessoas acessam a internet via celular no Brasil, segundo o Nielsen Ibope.

2. O país está na frente da TV

A propaganda na televisão ainda tem muito valor. Mas publicidade vem passando por profundas transformações desde o surgimento da internet e o crescimento exponencial das plataformas e redes sociais. E as ferramentas digitais possuem um poder de segmentação que a TV não tem. Estudos do Google mostram que o amplo domínio dela no dia a dia das pessoas está ficando para trás. 67% dos que veem televisão também assistem a vídeos na internet e, desses, 25% consomem mais conteúdo audiovisual na web se comparado à TV. E em cada dez pessoas estão em frente à TV, seis usam o celular ao mesmo tempo. E 70% dedicam mais atenção o dispositivo mobile.

3. Uso de internet mobile é só para redes sociais e entretenimento

Menos de 30% do tempo de uso dos smartphones são para redes sociais e entretenimento. Acesso a bancos, mapas, aplicativos de empresas, buscas, e-mail, comparação de preços e compras ocupam 72% do tempo dos usuários.

E mais de 90% dos usuários de smartphones buscam por informações nos dispositivos móveis enquanto estão no meio de alguma tarefa. Ou seja, o acesso mobile é vai muito além das redes sociais.

4. Sites móveis ou responsivos (aqueles que se adaptam automaticamente às telas de qualquer dispositivo) não têm conversão e não são tão necessários

86% dos usuários de smartphones fazem pesquisa de compras no mobile. O site mobile é o principal canal para atividades comerciais no celular. E segundo a Criteo, o mobile representou 14% do e-commerce brasileiro no segundo trimestre de 2015.

Você já passou pela situação de estar em uma loja e usar a internet no celular antes de tomar uma decisão de compra? Se sim, você faz parte dos 82% de usuários de smartphones. E um, em cada dez desses usuários, acabam comprando até o que não tinham planejado.

Desde 2015, as buscas na internet são feitas em maior quantidade no mobile do que no computador convencional. E sendo coerente com isso, o Google, atualmente, prioriza os sites responsivos nas buscas. Com isso, derrubamos o mito de que a navegação pelo celular não é tão importante e aprendemos que não devemos esperar que o cliente vai recorrer a um computador para visualizar um site.

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5. Um site não é tão importante para um negócio pequeno

Só no Brasil, há 100 milhões de internautas, ou seja, metade da população, segundo o Ibope. E estudos do Google mostram que, com publicidade na internet, você economiza até 80% em relação a mídias convencionais como TV e rádio. E mais uma informação para você perceber que ir para a internet é uma boa ideia: segundo o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), mais de seis milhões de empresas brasileiras não têm site. Olha a oportunidade de ter um diferencial competitivo aí! (Clique aqui e veja mais motivos para você fazer um site para ontem)

Conclusão

Segundo novamente o Google, o comportamento do consumidor mudou e o mobile formou novos comportamentos e hábitos que alteram como as pessoas passam por toda a jornada de consumo (explicamos melhor o que é isso aqui). Não passamos mais um por uma sessão on-line, mas por micro-momentos, que são os momentos espontâneos de tomada de decisão que ditam resultados de uma compra.  E o acesso mobile é protagonista nesse conceito. É preciso atender às espectativas dos consumidores que tiram dúvidas, fazem consultas, trocam informações de momento e tem o celular como o principal suporte de informação no dia a dia.

Ignorar a internet e o acesso facilitado ao mobile é um péssimo negócio para uma marca. Seja ela considerada grande, pequena, conhecida ou ainda desconhecida.

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